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Rede Brasil

Professora de Paulistana adapta linguagem de internet para alcançar alunos

em 08 de maio de 2020

Com a alteração na rotina das escolas, a rede pública de ensino vem superando os desafios para manter estudantes conectados à escola e professores. Em Paulistana, a professora Valéria Alves, que leciona no Centro de Educação de Tempo Integral (Ceti) Lucinete Santana, adotou a linguagem do YouTube e redes sociais para ampliar as possibilidades de ensino.

Valéria e os outros professores do Ceti vêm seguindo o Plano de Ação Pedagógica orientado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) que dá diretrizes e recursos para que as aulas funcionem no formato remoto durante a vigência do decreto emergencial de combate à Covid-19.

“Um dia estávamos ansiosos por voltar ao normal e nos dias seguintes, percebendo o agravamento da pandemia, foi preciso pensar novos meios de ensinar. Com base na experiência de alguns professores, fomos discutindo a melhor forma destas aulas acontecerem e nossa escola propôs em diversos momentos a discussão sobre a melhor logística de englobar o maior número de alunos nessas aulas por meio de sala virtual”, pontua a docente.

Novas rotinas

Antes, a sua rotina incluía o planejamento das aulas para as dez turmas nas disciplinas de Física, Química e Robótica. Com a nova realidade, a criação de novos conteúdos em vídeo e atendimento via WhatsApp passou a fazer parte da nova rotina. “Estou tentando não fugir muito do que geralmente fazia em sala de aula, mas a forma como acontece é totalmente diferente. Além de planejar aulas, precisamos determinar o tempo das aulas, tamanho dos vídeos, melhor iluminação. Além disso, saber o que utilizar em cada vídeo aula é um grande desafio, pois tento utilizar o que a internet me permite inserir como recurso na minha aula”, explica a professora.

Valéria acrescenta que toma como inspiração alguns canais da plataforma de vídeo, adequando seus recursos às necessidades das aulas. “Eu já conhecia alguns ‘youtubers’, especialmente os da minha área, e terminamos por identificar seus métodos e recursos. O desejo é reproduzir as melhores ações, mas diferentemente dos youtubers, estamos nos adaptando com o que tínhamos antes da pandemia”, ressalta.

Organização para aulas remotas

Após discussões, a equipe gestora e pedagógica do Ceti Lucinete Santana adotou a plataforma Google Sala de Aula (Google Classroom) para aqueles alunos que, dentro de suas possibilidades, têm acesso à internet.

A escola realizou levantamento estatístico junto aos alunos para identificar quais conseguiriam acompanhar aulas pela plataforma e os que não teriam acesso. “Para aqueles que estão acompanhando no Google Sala de Aula, é tudo novo tanto para os alunos quanto para nós professores, mas creio que a adaptação para eles que são da era digital seja ainda mais rápida. Por ser uma coisa nova, sempre buscamos na aula virtual os traços da nossa aula presencial, por isso tento fazer as melhores adaptações, sem fugir tanto da nossa aula antes da pandemia”, esclarece Valéria.

A gestora da escola, professora Lucicleia Acioly, está ligando por telefone para os alunos e dando entrevista em rádios, explicando as ações da escola embasadas nos decretos estaduais. Para os estudantes que não têm acesso à internet, está sendo disponibilizado o material impresso tal como postado na plataforma. Os alunos ou seus responsáveis são orientados, seguindo os protocolos de segurança para adquirir na escola seu material de todas as disciplinas que tiveram aulas postadas.

Fonte: AsCom

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